domingo, 19 de agosto de 2007

Você...

Você é como matéria substancial a minha serenidade
É assim como algo que não tem fim, como não querer deixar de te ter
É perigo constante de te perder...
De vista, de vez...
Desejo que se desprende da alma e angustia se não estou a te ver
É fascinio e dúvidas...
Pressentimento e brevidade de sentimentos...
Falta de entendimento, incerteza...
Jogo de atitudes, de palavras, interrogoções constantes...
Paixão...
Fico tão perdida, atravesso no meio do tempo...
Olho nos seus olhos e no entanto não encontro a definição...
Quero...
Quero-te de um jeito diferente, não é só atração física...
Será que tudo estar a se perder?

Viviane Cohen

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